A atualidade testemunha a <strong>criação de um factóide</strong> envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governador Romeu Zema (Novo-MG) compartilhou uma postagem onde afirma que a “camisa da nossa seleção nunca será vermelha” e que o MST está avassalando estradas e terras: “mas aqui em Minas não.”
Simultaneamente, o deputado federal Zé Trovão (PL-SC) destacou: “existe uma esquerda infiltrada no esporte” e questionou: “Qual será o próximo passo? Patrocínio do MST? Hino nacional em gênero neutro, cantado pelo Pablo Vittar? É tanta bizarrice que nada mais surpreende.” A verdade é que bizarrices são frequentes.
Com questões urgentes a serem debatidas, é desanimador perceber que esse tipo de polêmica vazia acaba consumindo o tempo dos parlamentares.























