O Panamá anunciou a aquisição de aviões de combate da Embraer, uma decisão que surge após pressões dos Estados Unidos, particularmente do ex-presidente Donald Trump, sobre o controle do canal que conecta os oceanos Pacífico e Atlântico.
Durante a feira militar LAAD, no Rio de Janeiro, a fabricante brasileira revelou a venda de quatro unidades do A-29 Super Tucano. As informações financeiras do negócio permanecem em sigilo.
Desde 1990, o Panamá não possui Forças Armadas, contando atualmente com apenas 17 pequenas aeronaves dedicadas ao transporte e vigilância.
A Embraer, através de seu vice-presidente, Márcio Monteiro, destacou a qualidade do A-29, descrito como “uma plataforma comprovada, com muitas horas de combate em diversos países”.
























