O Dia Internacional da Mulher, comemorado ontem, 8 de março, foi marcado por manifestações e eventos que refletiram as cobranças e os desafios enfrentados pelas mulheres brasileiras. Infelizmente, seis mulheres ainda são assassinadas diariamente, uma tragédia que evidencia a necessidade urgente de mudança.
As brasileiras, constituindo a maior parte da população, encontram-se em uma posição desvantajosa, com a realidade de que muitos lares têm a mulher como a principal provedora, limitando sua participação na sociedade. Segundo dados da ONU Mulheres, o Brasil ocupa a 133ª posição no ranking global de participação feminina no Parlamento. Das 594 cadeiras disponíveis, apenas 91 são ocupadas por deputadas e 16 por senadoras, representando uma média insatisfatória para mais de 104 milhões de mulheres no país.
É imprescindível que as mulheres se unam para exigir mudanças nas leis, buscando maior respeito e proteção para todas, refletindo a força e a necessidade de representação adequada em todas as esferas da sociedade.

























