Recentemente, o Departamento de Justiça dos EUA revelou quase 30.000 novas páginas de documentos ligados ao abusador sexual Jeffrey Epstein, que faleceu em 2019. Contudo, nem todo o material foi liberado, uma vez que algumas informações podem conter investigações solicitadas por Donald Trump sobre democratas associados a Epstein, incluindo o ex-presidente Bill Clinton.
Segundo a legislação americana, o Departamento pode ocultar informações de investigações ainda em andamento. No entanto, a lei não permite censuras por motivos de “constrangimento ou sensibilidade política”, algo que se aplica a Trump neste contexto. Os arquivos divulgados incluem e-mails que o identificam como passageiro em oito voos no jato privado de Epstein. O ex-presidente Clinton, que é um dos muitos nomes importantes mencionados nos documentos, pediu a Trump que revele todos os arquivos relacionados ao caso, reivindicando que não há nada a esconder.























