O estado de São Paulo celebra, nesta quarta-feira, o feriado de 9 de julho, em memória da Revolução Constitucionalista de 1932. A data marca um levante armado contra o governo de Getúlio Vargas, em busca de uma nova Constituição.
Para o feriado, a capital suspendeu o rodízio municipal, incluindo veículos pesados, e as zonas de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e aos Fretados (ZMRF). As avenidas Liberdade e Paulista estarão fechadas para tráfego, mas abertas para lazer, das 9h às 16h. As faixas exclusivas de ônibus foram liberadas e ativada a ciclofaixa de lazer. O estacionamento rotativo pago (Zona Azul) funcionará de acordo com a sinalização local.
Atendimento aos Serviços
No sistema de transporte, os postos de venda em terminais de ônibus e no Expresso Tiradentes funcionarão das 6h às 22h. Outros postos, como Jabaquara e Santana, estarão fechados. Os 60 Centros Educacionais Unificados (CEUs) abrirão das 8h às 18h com programação especial. Mercado Lapa e São Miguel, assim como o Sacolão da Lapa, não atenderão ao público.
A Estação Cidadania funcionará, das 7h às 19h, apenas para serviços de alimentação e banho. O trabalho em relação ao desaparecimento de pessoas e os Conselhos Tutelares será feito em regime de plantão. Ao todo, 16 serviços estarão paralisados, incluindo os Postos Avançados de Atendimento à Mulher nos metrôs.
Saúde e Emergência
As Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estarão operando normalmente, focando na vacinação contra gripe e Covid-19.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), os hospitais estaduais funcionarão normalmente para urgências e emergências. Os postos de doação da Pró-Sangue Clínicas e Osasco terão expediente das 8h às 16h. A Unidade Dispensadora Tenente Pena funcionará normalmente, enquanto os outros postos e Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) estarão fechados.
O intervalo dos trens do Metrô e CPTM será semelhante ao de domingos, mas pode haver mudanças devido a obras de melhorias.
Histórico do Feriado
O feriado, instituído em 1997 pela lei 9.497, relembra a luta paulista de 1932, que visava a derrubada do governo provisório de Vargas. Na época, a revolta ganhou apoio de várias regiões do Brasil, mas foi sufocada pelo exército federal.
Os eventos duraram cerca de três meses, culminando em outubro com a rendição paulista, sendo o dia 9 de julho um momento emblemático do conflito.
























