O ex-presidente Jair Bolsonaro está enfrentando uma piora da função renal e um aumento nos indicadores inflamatórios, segundo o último boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star, em Brasília, neste sábado (14). Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta.
Apesar do agravamento em sua condição renal, o ex-presidente se encontra clinicamente estável e está sendo submetido a tratamento com antibióticos e hidratação intravenosa. Além disso, ele realiza exercícios de fisioterapia tanto respiratória quanto motora, além de medidas para prevenção de trombose venosa.
Desde a manhã da sexta-feira (13), Bolsonaro foi internado na UTI com um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa, após ter apresentado febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios, necessitando de socorro por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Atualmente, Bolsonaro cumpre pena na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, uma sentença de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de estado e outros crimes correlatos.
O boletim médico foi assinado por um grupo de profissionais, incluindo o cirurgião-geral Cláudio Birolini e os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, entre outros.
Decisão do STF
No início da tarde de sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) permitiu que a esposa de Bolsonaro, Michelle, pudesse acompanha-lo durante a internação, assim como seus filhos e enteada.
Além disso, o ministro determinou que a polícia ficasse vigilante, com agentes em prontidão, e proibiu a entrada de dispositivos eletrônicos na unidade hospitalar, exceto para equipamentos médicos.
























