O ano do esporte paralímpico no Brasil, que marca o início do ciclo para os Jogos de Los Angeles 2028, foi repleto de desempenhos históricos durante os Campeonatos Mundiais de atletismo e judô, nos quais o Brasil se destacou ao liderar o quadro de medalhas.
Entretanto, a temporada também enfrentou tensões, principalmente devido a conflitos entre os atletas e a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) a respeito de exigências polêmicas do Bolsa Atleta.
No início da nova temporada, Cristian Ribera brilhou ao se tornar campeão mundial de esqui cross country em Trondheim, Noruega, e é esperado como uma esperança de medalha no próximo Paralimpíadas de Inverno, que ocorrerão em março de 2026 nas cidades italianas de Milão e Cortina.
Outros destaques ocorreram na Copa do Mundo de tênis em cadeira de rodas, onde a seleção brasileira da classe quad conseguiu sua primeira final, garantindo a prata contra a equipe da Holanda e também provou seu talento em competições de Grand Slam.
No judô, o Brasil se destacou no Mundial realizado em Astana, no Cazaquistão, com 13 medalhas, sendo cinco de ouro, e um notável desempenho de atletas como Alana Maldonado e Wilians Araújo.
O Mundial de canoagem em Milão destacou o ouro de Fernando Rufino, e no ciclismo de estrada em Ronce, Lauro Chaman se tornou tricampeão, enquanto no ciclismo de pista, o Brasil recolheu nove medalhas com Sabrina Custódia estabelecendo um novo recorde.
A natação também trouxe glórias, com 13 medalhas no Mundial de Singapura, e em outubro, o atletismo alcançou novos patamares, com o Brasil obtendo a liderança no Mundial da Índia.
Em suma, o ano foi marcado por conquistas, superações e alguns desafios administrativos, especialmente no tênis de mesa, onde atletas expressaram questões importantes ao governo.

























