Quarta, 22 de julho de 2026

Copa do Mundo 2030: Seis países-sede e celebração do centenário

A Copa do Mundo de 2030 celebrará seu centenário com uma inédita edição em seis países diferentes. O torneio será composto por partidas na Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Copa do Mundo 2030: Seis países-sede e celebração do centenário
Foto: Reprodução/X/Fifa

A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim no último domingo (19), após um total de 304 gols em 104 partidas, com a participação de 48 seleções. O torneio foi realizado em três países, mas a próxima edição, marcada para 2030, promete surpreender com uma nova configuração.

Na próxima Copa, as partidas serão disputadas em seis países localizados em três continentes: Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai. A competição está agendada para ocorrer entre 8 de junho e 21 de julho.

As sedes principais, Espanha, Portugal e Marrocos, apresentaram uma candidatura única, que foi aprovada com sucesso. Este evento também marcará o centenário da primeira Copa do Mundo, realizada no Uruguai em 1930. Por esta razão, o país será o responsável pela abertura e pela primeira partida do torneio.

Resolve-se que a Argentina também irá receber a sua seleção em jogos durante a competição, reconhecendo seu papel como finalista e vice-campeã da edição de 1930. O Paraguai terá a honra de sediar o primeiro jogo do seu grupo, uma vez que é a sede da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

“Um jogo será disputado no Paraguai em reconhecimento ao papel do Paraguai como sede da Conmebol, a primeira e única confederação existente na época da edição de 1930”, justificou a FIFA.

Todos os seis países anfitriões já estão garantidos no torneio. Assim, Argentina, Uruguai e Paraguai estão classificados automaticamente na cota de distribuição de vagas da América do Sul, enquanto Espanha e Portugal estão garantidos na cota europeia. Marrocos também tem vaga assegurada na cota da Confederação Africana de Futebol (CAF).

No entanto, essa definição não diminui a quantidade de vagas disponíveis nas eliminatórias para outros países da América do Sul. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, tem analisado a possibilidade de uma ampliação das vagas para 64 seleções. Embora ainda não esteja confirmado, ele comentou, após a final da Copa, que a edição com 48 seleções foi “um sucesso”.

Caso essa expansão se concretize, isso permitirá a inclusão de equipes menores e menos tradicionais no cenário do futebol internacional, gerando a possibilidade de surpresas, como o exemplo de Cabo Verde, além de seleções como Curaçao, Iraque e Uzbequistão, que não obtiveram vitórias nas competições anteriores.

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