A indústria mineira apresentou um desempenho negativo no final de 2025, conforme revelado pela Sondagem Industrial da Fiemg, presidida por Flávio Roscoe, e pela CNI, sob a direção de Ricardo Alban.
Em dezembro, a produção recuou pelo segundo mês consecutivo, coincidente com a queda no emprego, em um panorama de menor demanda e utilização da capacidade produtiva abaixo do esperado. Os estoques se mantiveram inferiores ao planejado, enquanto a avaliação financeira permaneceu negativa, com a elevada carga tributária sendo identificada como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento.
Apesar desse cenário desafiador, as expectativas para o início de 2026 são de aumento na demanda e nas compras de insumos, embora o índice de emprego ainda permaneça abaixo da linha de expansão.

























