Sábado, 14 de março de 2026

Prefeito Marco Antônio Lage garante que Itabira terá equilíbrio fiscal em 2025

Prefeito Marco Antônio Lage garante que Itabira terá equilíbrio fiscal em 2025
Foto: Reprodução/YouTube

No cenário atual do Brasil, onde um em cada seis municípios deve encerrar 2025 com déficit orçamentário, Itabira se destaca como uma exceção. O prefeito Marco Antônio Lage, do PSB, declarou que a cidade terminará o ano em equilíbrio fiscal, graças a uma série de ajustes e medidas de contenção de gastos implementadas na administração municipal (fonte).

Em entrevista ao portal de notícias DeFato Online, Lage afirmou: “O cenário de Itabira é diferente porque nós fizemos o dever de casa. Fizemos gestão com recurso público e estamos atravessando o ano em equilíbrio, sem prejudicar ninguém”. Ele ainda ressaltou que, segundo dados da Associação Mineira de Municípios (AMM), três em cada dez cidades de Minas Gerais fecham o ano no vermelho.

O prefeito explicou que a crise fiscal enfrentada por várias prefeituras é resultado do aumento constante de responsabilidades repassadas pelos governos estadual e federal, sem a correspondente ampliação de recursos: “Os municípios estão recebendo cada vez mais obrigações, especialmente nas áreas de saúde e segurança pública, e o dinheiro não acompanha esse crescimento”.

Segundo Lage, Itabira tem absorvido custos que não seriam de sua responsabilidade original, com o objetivo de garantir a segurança e bem-estar da população. Ele enfatizou: “Mesmo assumindo esses encargos, conseguimos equalizar o orçamento com as despesas”.

Uma das principais ações para alcançar esse equilíbrio fiscal foi a publicação de um decreto que determinou cortes de 30% nos gastos das secretarias e autarquias municipais. O prefeito comentou: “Não só foi suficiente, como salvou o orçamento do município. A gente percebeu que há muito desperdício, tanto no setor público quanto no privado”. Parte dos cortes não precisará ser revertida em 2026, já que eliminou despesas consideradas desnecessárias.

Marco Antônio Lage comparou a gestão de custos a uma rotina de cuidados: “Custo é igual unha: a gente corta e ela cresce de novo. Se não vigiar, o gasto só aumenta. Por isso, é um trabalho permanente”.

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