O diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Raul Jungmann, abordou em suas redes sociais a urgência e a necessidade de uma visão estratégica para o Brasil se destacar no novo cenário de demanda por minerais críticos. Ele ressaltou que o país ainda subestima sua posição, tendo apenas 4% do território mapeado com a precisão necessária para a produção mineral.
Segundo Jungmann, “a Agência Internacional de Energia projeta que o mercado de minerais críticos crescerá de US$ 320 bilhões (2022) para US$ 1,2 trilhão até 2030. O Brasil tem potencial para liderar esse boom, dispondo de pelo menos um depósito de cada mineral crítico listado pela União Europeia e pelos EUA”.
Entretanto, o cenário atual é repleto de entraves, como legislações ambientais onerosas, a morosidade na concessão de licenças e a falta de linhas de financiamento e incentivos fiscais que favoreçam a industrialização local.
























