Os recente anúncios feitos pelo presidente Donald Trump sobre a redução de tarifas para produtos brasileiros não trazem otimismo para o setor exportador de café.
Apesar da redução na taxa global de 10% para cerca de 200 produtos, a sobretaxa de 40% sobre o café brasileiro permanece. Para Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, a situação melhorou apenas para os concorrentes, como Colômbia e Vietnã, que tiveram suas tarifas zeradas.
Os dados do Ministério da Agricultura revelam que os EUA representam cerca de 16% das exportações brasileiras de café. A redução da tarifa de 50% para 40% ainda é insuficiente, principalmente em comparação com a isenção aplicada a seus principais concorrentes.
























