O economista Marc Sumerlin, da Austrália, aponta que os jovens da Geração Z não apenas enfrentam salários congelados e desemprego elevado, mas também um sério impedimento para a conquista da independência. Um número significativo dessa geração continua a viver com os pais, o que resulta em menores gastos com aluguel, transporte e alimentação.
É estimado que o impacto no consumo global atinja a marca de US$ 12 bilhões por ano. Os desafios enfrentados por esses jovens revelam que tradicionais caminhos, como o acesso a um emprego estável, moradia própria e ascensão social, foram bloqueados ou desviados. Este cenário pode levar não apenas a um atraso material, mas também a consequências econômicas duradouras, semelhantes às que afetaram os millennials.


























