Segunda, 27 de julho de 2026

FiEMG se opõe à implantação da tarifa zero de transporte em Belo Horizonte

A proposta de "Tarifa Zero" no transporte público de Belo Horizonte gera polêmica, com a FiEMG se manifestando contra a medida que pode trazer sérias consequências econômicas e legais.

FiEMG se opõe à implantação da tarifa zero de transporte em Belo Horizonte
Blog do PCO

A FiEMG, sob a presidência de Flávio Roscoe, externou sua oposição ao projeto “Tarifa Zero” em discussão na Câmara de Belo Horizonte. Essa proposta visa eliminar a cobrança de passagens de ônibus na capital, estabelecendo que empresas com mais de dez empregados devem arcar com parte do financiamento do sistema de transporte.

Em uma nota oficial, a Federaçãoartigo 145, inciso III, da Constituição Federal, e com o artigo 79 do Código Tributário Nacional. Isso se deve ao fato de que o uso de transporte público não é obrigatório, o que inviabiliza uma cobrança compulsória.

Além dos aspectos legais, a FiEMG apresentou um estudo sobre o impacto econômico da proposta, que aponta perdas potenciais de até R$ 3,1 bilhões em faturamento, a eliminação de cerca de 55,3 mil postos de trabalho, uma queda de R$ 1,1 bilhão em massa salarial, R$ 398 milhões em tributos, e uma redução estimada de até 2,1% no PIB de Belo Horizonte, além de um acréscimo de 3% na inflação.

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