A política econômica implementada pela parceria entre o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, evidencia desafios intensos: o governo persiste em gastar mais do que arrecada, o que faz com que o país permaneça em um ciclo vicioso. O Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre praticamente estagnou, pressionado pelas altas taxas de juros e pelo esgotamento das políticas de estímulo ao consumo.
A análise é clara: sem disciplina fiscal, não há confiança; sem confiança, não há investimentos; e sem investimentos, o crescimento se torna inviável. O Estado continua inchado, lento e atolado em promessas que não cabem mais no cofre público. Para que o Brasil efetivamente avance, é crucial reencontrar uma trajetória de responsabilidade e menos retórica. Somente assim o crescimento deixará de ser uma miragem.
(Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil)




























