O Brasil, sob a gestão de Fernando Haddad (foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil), fechou o ano de 2025 com um débito de US$ 68,8 bilhões nas suas contas externas, o que representa aproximadamente 3% do PIB. Este é o pior resultado nominal registrado desde 2014.
Esse número resulta de três fatores principais: a balança comercial, os serviços e a renda primária, a qual inclui remessas de lucros, dividendos e juros enviados ao exterior. Apesar de um robusto superávit de US$ 60 bilhões no comércio exterior, houve uma queda de quase 9% em relação ao resultado de 2024, o que não foi suficiente para aliviar a situação.
A deterioração dessa base enfraqueceu o saldo global, enquanto os serviços e a renda primária continuaram a drenar dólares, anulando o efeito positivo das exportações. Para 2026, o Banco Central prevê um déficit mais contido, estimando US$ 60 bilhões, em um cenário de leve recuo nos investimentos diretos no país. Embora exista um ajuste, a situação permanece preocupante.
























