O Brasil deve colher 353 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, estabelecendo um novo recorde, conforme estimativas da Conab. Sob a liderança de Carlos Fávaro (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil), a riquezas dos campos revela um gargalo logístico histórico. Com o aumento no volume de transporte nas estradas e um controle mais rigoroso por parte da ANTT, espera-se que os custos de frete rodoviário subam ao longo do ano.
De acordo com estudos da Frete.com, as estimativas indicam um aumento de 17,1% nos custos do frete para a soja, 8,8% para o milho e 19,1% nos fertilizantes. Este paradoxo se repete: colheitas abundantes, mas custos crescentes para escoar a produção. Sem melhorias estruturais no transporte, a supersafra pressiona os custos, e uma parte significativa do lucro dos produtores se perde pelo caminho.

























