Quinta, 11 de junho de 2026

André Viana destaca futuro da mineração em Itabira e a importância da qualificação

André Viana destaca futuro da mineração em Itabira e a importância da qualificação
Foto: Metabase Itabira

Na apresentação à imprensa sobre a Usina Modelo Conceição II, em Itabira, André Viana Madeira, presidente do Sindicato Metabase da cidade, enfatizou a relevância da modernização na mineração, destacando que este é um momento histórico para a cidade que viu nascer a Vale há 84 anos. A usina, a primeira no Brasil a operar com automação e inteligência artificial, possui capacidade de 11,2 milhões de toneladas por ano e um investimento de R$ 200 milhões.

Viana salientou que, apesar dos avanços, é crucial respeitar os trabalhadores e adequar a formação profissional para os novos empregos. “Estamos vendo o futuro da mineração se realizando aqui, com inovação tecnológica e um modelo de mineração sustentável”, observou ele.

O sindicalista reforçou que a inovação não deve significar a exclusão da força de trabalho. “A empresa está progredindo e preservando os empregos, com a maioria dos operadores sendo treinados para atuar em funções remotas, o que também melhorou as condições de trabalho e saúde”, destacou.

André Viana também reiterou a necessidade de adaptação às novas tecnologias, mencionando a importância de Itabira no cenário internacional e o papel historicamente inovador da cidade no setor. “É essencial que a ferrovia e o porto também passem por esse processo de modernização. Isso não é apenas uma escolha, mas uma questão de sobrevivência”, concluiu.

Ele identificou três conquistas fundamentais para 2026: a autorização para o reúso de rejeitos, a ampliação da vida útil das reservas minerais da Vale em Itabira e a inauguração da Usina Modelo.

O diretor de Operações do Complexo de Itabira, Diogo Monteiro, também participou da apresentação e comentou os benefícios advindos da modernização, como aumento da segurança e eficiência, além da capacitação da equipe que agora trabalha com maior conforto em um ambiente remoto. “Observamos um crescimento de 25% na produtividade e uma significativa redução dos rejeitos”, finalizou.

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