Os Correios, atualmente enfrentando um prejuízo superior a R$ 4 bilhões neste semestre, estão em uma situação crítica. A administração de Fabiano Silva dos Santos não conseguiu manter a eficiência que outrora caracterizou a empresa, que agora é vista como um ‘cabide de empregos’ para aliados políticos do governo.
Os cidadãos percebem a crescente defasagem dos serviços prestados, enquanto empresas da iniciativa privada ganham espaço no mercado pela sua eficiência e agilidade. O presidente Lula deve considerar uma reavaliação do futuro dos Correios, que parecem ter perdido sua função original.
Uma alternativa seria o fechamento da empresa para minimizar os prejuízos aos cofres públicos, permitindo que o mercado se ajuste. A questão é: será que o governo está preparado para essa conversa?


























