O contrato milionário do escritório de Viviane Barci de Moraes, conforme registrado pela Agência Brasil, com o Banco Master estipulava atuação diretamente em quatro órgãos do Executivo. Entretanto, na prática, não há vestígios de sua presença. Após investigações junto ao Banco Central e ao CADE, a PGFN revelou, através da Lei de Acesso à Informação, a ausência de qualquer registro de entrada, reunião ou audiência da advogada em Brasília entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025, tanto na sede quanto nas regionais.
Vale ressaltar que a PGFN é responsável por lidar com as grandes disputas fiscais da União, área que seria de interesse vital para o Banco Master. Apesar disso, o contrato no valor de R$ 3,6 milhões mensais afirmava que Viviane organizaria “cinco núcleos de atuação” no Judiciário, Legislativo e nos órgãos do Executivo. No entanto, até o momento, o que se observa é a movimentação financeira sem evidências claras de atuação.
Isso levanta questões sobre a natureza da consultoria prestada: seria um esforço legítimo de lobby ou apenas um “cheque” com CPF? Por enquanto, parece mais uma premonição do que um serviço efetivo.
























