A partir de 23 de outubro, a logística de limpeza das ruas na região central de Belo Horizonte passou por melhorias significativas, com o aumento da lavagem de vias públicas no Hipercentro. Segundo a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), houve uma ampliação de cerca de 40% no serviço, que agora conta com três caminhões-pipa adicionais, elevando o total para 11 veículos operando diariamente.
A nova rotina de limpeza abrange 140 pontos de intensa circulação de pessoas, realizando a lavagem em três turnos, das 6h às 22h. Diariamente, são utilizados aproximadamente 180 mil litros de água, além de 100 litros de cloro e 100 litros de sabão, focando principalmente em áreas muito frequentadas, como praças, escadarias, viadutos, ruas e avenidas.
A prefeitura destaca que essa lavagem é uma fase residual dos serviços de limpeza urbana, com o objetivo de remover pequenos detritos e poeira, minimizar odores e desinfetar locais afetados por lixo, fezes e urina. Locais frequentemente citados como prioritários incluem a Praça Sete, a Praça da Rodoviária, a Praça da Estação e a rua Aarão Reis, nas proximidades do Viaduto Santa Tereza.
Além da lavagem, a SLU indica que o Hipercentro conta com serviços de varrição, que podem ocorrer até quatro vezes ao dia, e a coleta de resíduos domiciliares, realizada todas as noites. A percepção de sujeira é uma preocupação constante entre trabalhadores e frequentadores dessa área, com muitas reclamações relacionadas ao descarte inadequado e acúmulo de lixo em locais de grande movimentação.
A situação da limpeza nas ruas de Belo Horizonte tem sido um tema recorrente nos últimos anos. Apesar da coleta diária de 123 toneladas de lixo pela equipe de varrição e capina em 2025, moradores e trabalhadores expressam dificuldades em manter as ruas limpas, especialmente na região central. O sucesso dos serviços de limpeza depende não apenas da ação da prefeitura, mas também da colaboração da população em realizar o descarte adequado de resíduos.

























