No Dia da Independência, a política de rua se transforma em um verdadeiro teste de resistência.
Em São Paulo, a Praça da República será palco, às 9h, de um ato promovido por centrais sindicais e movimentos populares em oposição ao “tarifaço” de Donald Trump. Os protestos também abordam a taxação dos mais ricos, a jornada de trabalho 6×1 e a anistia a golpistas do dia 8 de janeiro.
Por outro lado, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, sob a liderança do Pastor Malafaia, se concentrarão na Avenida Paulista, defendendo o ex-presidente e manifestando descontentamento contra o ministro Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal.
Os militantes da esquerda buscam unir forças com a OAB, o movimento Prerrogativas e Direitos Já!, destacando que
“o 7 de Setembro é uma data simbólica para a defesa da soberania e independência, principalmente diante da ingerência dos EUA” – declara Raimundo Bonfim, da CMP.
Assim, no feriado, cada lado erguerá sua bandeira e cantará o hino em tons bastante distintos, com bandeiras vermelhas de um lado, confrontando as verde-amarelas do outro.
























