Quarta, 18 de fevereiro de 2026

Trump apresenta Conselho de Paz em Davos para promover a paz em Gaza

Trump apresenta Conselho de Paz em Davos para promover a paz em Gaza
© REUTERS/Jonathan Ernst - Proibido reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente o seu Conselho de Paz durante o Fórum Econômico de Davos, na Suíça, com o objetivo de pacificar e reconstruir Gaza. Este anúncio ocorreu na manhã desta quinta-feira (22).

Em seu discurso, Trump destacou que “todo mundo quer fazer parte do Conselho de Paz”. Apesar do entusiasmo, vários países convidados, incluindo o Brasil, ainda não confirmaram sua participação. Entre os que já anunciaram que não se juntarão ao grupo estão Noruega, Suécia, França, Eslovênia e Reino Unido.

Segundo o presidente norte-americano, 59 países demonstraram interesse em participar do conselho, mas apenas 22 nações se comprometeram oficialmente. As nações participantes incluem: Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Paraguai, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.

O conselho, idealizado e presidido por Trump, carece de uma clara legitimidade para propor e implementar medidas de paz internacionalmente. O presidente afirmou que o foco inicial será Gaza, mas também estão previstas abordagens para outras questões globais.

Trump fez críticas à ONU, mas enfatizou a intenção de seu grupo em trabalhar com a organização internacional. “Quando esse conselho estiver totalmente formado, poderemos realizar praticamente tudo o que quisermos, em colaboração com as Nações Unidas”, disse ele.

Após seu discurso, Trump assinou um documento formalizando a criação do Conselho de Paz, acompanhado por líderes como o presidente argentino Javier Milei, o primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán, o presidente da Indonésia Prabowo Subianto e o presidente do Azerbaijão Ilham Aliye.

Aqueles países que aceitarem o convite terão um mandato de três anos no conselho, sendo necessária uma contribuição de US$ 1 bilhão para garantir uma cadeira permanente, com o fundo sendo gerido exclusivamente por Trump.

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
Email

Leia também...

Últimas notícias