A resposta do título acima é simples e direta. Donald Trump, o falastrão do Norte, possui 1,90m de altura e pesa 110kg. Como se vê, trata-se de um político de 79 anos. Em comparação, o presidente Lula, com 1,68m, parece bem menor. Contudo, a verdadeira intenção desta análise vai além desses números físicos; reflete-se sobre a eficácia de Trump como “pedinte de votos” para candidatos que ele apoia pelo mundo.
Logo no início de seu mandato,Trump partiu com tudo contra os canadenses, chegando a sonhar com o anexo do Canadá aos EUA. Embora considerado um devaneio megalomaníaco, tal pronunciamento ocorreu durante um período eleitoral canadense, onde o Partido Conservador liderava as pesquisas. O barulho gerado pela verba republicana fez o liberal Mark Carney subir nas pesquisas e, eventualmente, ser eleito como primeiro-ministro. Portanto, essa intervenção involuntária tornou-se um exemplo claro de como palavras de Trump podem alterar o resultado das eleições.
Um fenômeno semelhante ocorreu na Austrália, onde o primeiro-ministro de centro-esquerda, Anthony Albanese, utilizou um discurso anti-Trump para garantir uma vitória tranquila nas urnas. Diante desses cenários, surgem algumas perguntas: seria Trump um típico pé-frio ou um cabo eleitoral ineficaz? E como a política brasileira responderá a essas intromissões americanas?
Atualmente, Trump se comporta como um potencial cabo eleitoral de luxo para o ex-presidente Jair Bolsonaro. Seu principal ponto de convencimento para o eleitorado brasileiro foi a voz a favor da polêmica sobretaxa de 50%. No entanto, essa tática não surtiu o efeito desejado e acabou criando atritos no campo da direita. Figuras como Tarcísio de Freitas e Eduardo Bolsonaro se lançaram em troca de críticas públicas.
Recentemente, dados de uma pesquisa Quatest revelaram que 72% do eleitorado se opõem à tentativa de Trump de associar a taxa elevada à sua perseguição política. Diante deste atual contexto, é prudente aguardar as movimentações e levantamentos das próximas pesquisas eleitorais nos meses que virão. O papel de Donald Trump como apoiador permanece indeterminado, o que nos levará a acompanhar as cenas dos próximos capítulos.
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P.S.2: E a disputa pelo governo de Minas Gerais? Enquanto muitos especulam sobre Alexandre Kalil, Cleitinho e Rodrigo Pacheco, o cenário parece relativamente favorável a Aécio Neves. No entanto, o ex-governador está atualmente em modo “Tancredo”, agindo como os “três macaquinhos” da porta do Estábulo Sagrado, tentando não se envolver nas controvérsias atuais.
























