Segunda, 16 de fevereiro de 2026

Sebastião Salgado, ícone da fotografia, morre aos 81 anos e deixa legado ambiental

Sebastião Salgado, ícone da fotografia, morre aos 81 anos e deixa legado ambiental
Foto: (Divulgação/Sebastião Salgado)

Faleceu aos 81 anos o fotógrafo mineiro Sebastião Salgado, um dos mais influentes nomes da fotografia documental no mundo. A notícia foi confirmada pelo Instituto Terra, a organização que ele fundou com sua esposa, Lélia Deluiz Wanick Salgado, e que se dedica à restauração ambiental no Vale do Rio Doce.

“Sebastião foi muito mais do que um dos maiores fotógrafos de nosso tempo. Ao lado de sua companheira de vida, Lélia, semeou esperança onde havia devastação, fazendo florescer a ideia de que a restauração ambiental é também um gesto profundo de amor pela humanidade. Sua lente revelou o mundo e suas contradições; sua vida, o poder da ação transformadora”, destacou o Instituto em nota.

Nascido em Aimorés, Minas Gerais, em 1944, Salgado construiu uma carreira notável, caracterizada por registros em preto e branco que enfocam as desigualdades sociais, o trabalho humano e as paisagens naturais. Sua sensibilidade e olhar atento tornaram-no uma referência global, admirado por sua habilidade em contar histórias através da imagem.

Em 2024, o fotógrafo anunciou que se aposentaria dos trabalhos de campo, após 50 anos de carreira, devido ao custo físico que os anos em cenários extremos exigiram dele.

Sebastião Salgado deixa uma obra monumental, não só pelo impacto visual, mas também pelo seu compromisso com causas humanas e ambientais. Seu olhar permanece como um convite à reflexão e à ação.

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