Sábado, 11 de abril de 2026

Onça-pintada Xingu, uma nova atração no BioParque Vale Amazônia

Onça-pintada Xingu, uma nova atração no BioParque Vale Amazônia
© Bioparque Vale Amazônia/Divulgação

A onça-pintada Xingu é o mais novo integrante do BioParque Vale Amazônia, localizado na Serra do Carajás, em Parauapebas, Pará. Ele nasceu em 27 de dezembro do ano passado e é irmão de Rhuana e Rhudá. O nome foi escolhido em uma votação popular e é uma homenagem a um dos mais importantes afluentes do rio Amazonas.

Rejânia Azevedo, analista administrativa do parque, comentou sobre a escolha do nome: “Nós sugerimos nomes de rios porque os filhos anteriores da onça Marília tinham nomes indígenas. Dessa vez, queríamos homenagear os rios da Amazônia: Xingu, Tapajós e Solimões”.

Os pais de Xingu, Marília e Zezé, chegaram ao BioParque após serem resgatados de cativeiros ilegais. Marília foi retirada de uma situação de cativeiro enquanto Zezé nasceu em uma instituição em Goiás. Por conta de sua história, eles não podem ser reintroduzidos na natureza.

A reprodução de onças-pintadas em cativeiro é uma estratégia crucial para a preservação da espécie, já ameaçada de extinção. Xingu é a sétima onça-pintada nascida no BioParque nos últimos 12 anos, contribuindo para essa importante missão de conservação.

Atualmente, Xingu é apenas um filhote e ainda não pode ser visto pelo público. Ele permanece sob os cuidados da mãe e, ao alcançar cinco meses, começará a ser socializado para a exposição. As onças-pintadas, quando adultas, podem medir até 1,90 metro de comprimento e pesar até 135 quilos.

O BioParque Vale Amazônia, em seus 41 anos de história, abriga cerca de 360 animais de 70 espécies e realiza atividades de preservação da biodiversidade, reafirmando sua contribuição para a fauna brasileira.

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