O Partido Liberal (PL) agendou uma manifestação para 16 de abril em apoio a Bolsonaro, buscando a anistia para os que participaram dos atos golpistas de 8 de janeiro. Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores (PT) organizou um ato “sem anistia” para este domingo, dia 30.
Ambos os lados estão apreensivos quanto à adesão dos militantes, considerando que sua presença é crucial para o sucesso dos eventos. Edinho Silva, representante do presidente Lula no PT, revelou a dificuldade em mobilizar apoiadores, afirmando que reunir 10 mil pessoas demanda um esforço significativo.
Para contornar uma eventual decepção, o PT delegou a responsabilidade da mobilização ao deputado federal Guilherme Boulos. O temor de que um número insatisfatório de manifestantes possa resultar em críticas é palpável. Este receio é amplificado pela experiência recente de Jair Bolsonaro em uma manifestação no Rio de Janeiro, que atraiu apenas 17 mil pessoas, muito abaixo da expectativa de um milhão.
























