A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) emitiram uma nota de protesto contra a intervenção do poder judiciário no debate da Globo, realizado na noite de quinta-feira (1). As associações expressaram sua indignação em relação à interferência judicial nas regras do debate, resultando no cancelamento da iniciativa.
De acordo com as entidades, essa interferência vai além de impor obrigações a uma emissora privada sem previsão legal. Trata-se, principalmente, de uma agressão à liberdade de imprensa, pois força a condução do debate em desacordo com regras previamente acordadas entre a emissora e os partidos políticos.
As entidades ainda afirmam que esses “excessos judiciais” vilipendiaram o direito dos cidadãos de conhecerem as propostas dos candidatos que já haviam sido convidados e aceitaram participar do debate.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levaram ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno.
As entidades entendem que a interferência não é apenas uma imposição de obrigações, mas uma verdadeira agressão à liberdade de imprensa, pois descumpre as regras acordadas entre a emissora e os partidos.
Infelizmente, os excessos judiciais prejudicaram o direito dos cidadãos de terem acesso às propostas dos candidatos, conforme previsto pela legislação eleitoral.
Brasília, 1º de outubro de 2026.























