A pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, 14, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente de todos os adversários testados nos cenários do segundo turno. O petista conseguiu reverter as desvantagens que tinha diante do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do escritor Augusto Cury (Avante), embora ainda permaneça em empate técnico com ambos.
Na simulação contra Flávio, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio contabiliza 46%. Os brancos, nulos ou eleitores que não escolheram nenhum dos dois somam 6%, e 1% não soube ou não respondeu. Na pesquisa anterior, realizada em 8 de setembro, o cenário era inverso, com Flávio liderando com 46% e Lula com 45%.
Lula também passou à frente numericamente de Cury, com 45% contra 42%. Como a diferença está dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais, os dois se mantém em empate técnico. Na rodada anterior, Cury tinha 45% enquanto Lula marcava 43%. Os que escolheriam brancos, nulos ou nenhum somam 11%, e 2% não souberam responder.
Na disputa contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula venceria por 47% a 41%. A vantagem do petista passou de três para seis pontos porcentuais, tendo na pesquisa anterior os votos em 46% para Lula e 43% para Caiado. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos representam 11%, e 1% não sabe ou não respondeu.
A maior vantagem para Lula surge nas simulações contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o ativista Renan Santos (Missão). O presidente venceria Zema por 49% a 38%, em comparação com 47% a 40% na rodada anterior. Contra Renan, Lula marca 48% e o adversário, 37%; anteriormente, o placar era de 47% a 39%. Os que escolheriam branco, nulo ou nenhum somam 11% no cenário com Zema e 14% na disputa com Renan.
A pesquisa consultou 2.003 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
Registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
Fonte: Estadão Conteúdo/ Rayllanna Cardoso e Elizabeth Lopes
























