Na última reunião de comissões da Câmara Municipal de Itabira, ocorrida na terça-feira (21), as discussões quanto às obras da Escola Municipal Antônio Camilo Alvim se intensificaram. O professor Giovanni Magno Lopes apresentou críticas à administração municipal, afirmando que não haveria saldo contratual para finalizar a reforma da unidade.
Em resposta, o subsecretário de Governo, Juber Madeira, garantiu que existem recursos disponíveis e refutou as acusações como “mentiras” e “narrativas” contra a gestão. Ele afirmou que existem ainda R$ 2,143 milhões disponíveis no contrato da obra, e cerca de R$ 3,2 milhões para garantir a finalização da reforma.
Madeira mencionou que a empresa Ápice iniciaria os serviços na próxima semana, mantendo a previsão de entrega da escola em até nove meses. Esta previsão já havia sido divulgada na prestação de contas da secretária de Educação, Rejane Penna Rodrigues.
O professor Giovanni acusou as secretarias de educação e obras de apresentarem explicações contraditórias sobre o atraso nas obras e pediu uma fiscalização mais rígida por parte dos vereadores.
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos Municipais de Itabira, Grazi Cachapuz, também se manifestou, apontando que a situação em que se encontram os professores, que precisam se deslocar 20 quilômetros para a escola substituta, é insustentável.
Por outro lado, o vereador Júlio César de Araújo confirmou que o contrato com a empresa Ultra Engenharia foi encerrado devido a problemas de execução e dificuldades em manter a mão de obra, destacando a necessidade agora de acelerar o processo com a Ápice. Madeira finalizou seu discurso criticando o uso das reuniões para veicular críticas sem justificativas, especialmente em um ano eleitoral.























