A Rodoviária de João Monlevade está passando por um processo de desativação gradativa, conforme anunciado pela Prefeitura, devido a obras de reestruturação que transformarão o espaço em sede do Corpo de Bombeiros Militar e da Defesa Civil Municipal, além de abrigar o SAMU.
As empresas de transporte já iniciaram o remanejamento de seus guichês, alterando os locais de embarque e desembarque. Durante este período de transição, o Posto Graal, localizado próximo ao antigo terminal, e um novo ponto de embarque criado pela administração municipal estarão disponíveis.
Recebendo repercussão negativa, passageiros da empresa Gontijo relataram dificuldades, chegando ao terminal na hora habitual apenas para descobrir que os embarques para Belo Horizonte não estavam mais ocorrendo na rodoviária. Muitos foram surpreendidos, gerando transtornos, sem confirmação sobre a continuidade do serviço no Graal.
Os usuários expressaram preocupações com a falta de comunicação sobre a transferência de algumas linhas para outros locais da cidade, apesar da desativação já ser conhecida.
Em uma declaração, a Prefeitura afirmou que as alterações estão sendo implementadas gradativamente e que seguirão monitorando o processo, assegurando a continuidade dos serviços e a segurança dos passageiros, durante as reformas.
As linhas de ônibus intermunicipais que atravessam a região central permanecerão operando normalmente, e a administração municipal ressaltou que não haverá cobrança de taxa de embarque no novo Ponto de Embarque e Desembarque. Os passageiros são incentivados a verificar diretamente com as empresas informações sobre horários, itinerários e locais de embarque, que podem variar.
O objetivo do projeto de reestruturação da rodoviária é oferecer maior agilidade, unindo serviços de urgência em um espaço estratégico da cidade, e devido à baixa movimentação de passageiros e prejuízos, o prédio foi devolvido ao município, que procurou economizar aluguéis de aproximadamente R$11 mil mensais.


























