O espetáculo Antimatéria, nova criação dos artistas residentes do Plifa – Programa Livre de Formação de Artistas -, estreia temporada gratuita entre os dias 18 e 27 de junho, no Teatro da Academia Olguin, em Ipatinga. A montagem é resultado de cinco meses de pesquisa e criação desenvolvidas dentro do programa de formação artística do Casa Laboratório Ponto de Cultura, referência na formação teatral do Vale do Aço.
Criado para fortalecer a produção artística regional e fomentar novos criadores, o Plifa oferece estrutura técnica, orientação pedagógica e suporte de produção para o desenvolvimento de obras autorais. Ao longo de seus 18 anos de atuação, o Casa Laboratório já contribuiu para a formação de mais de 1.500 estudantes de teatro, muitos deles hoje atuando profissionalmente em diferentes áreas da indústria criativa brasileira.
O programa é estruturado em dois eixos formativos: iniciação aos estudos em atuação e residência artística, cuja proposta pedagógica compreende a atuação como campo de conhecimento, investigando técnica, presença, dramaturgia e pensamento crítico sobre a cena contemporânea; já a formação articula pesquisa, experimentação prática e reflexão estética, consolidando um percurso contínuo de desenvolvimento artístico.
Desde fevereiro deste ano os participantes do Mod. 02 – Residência Artística – vêm investigando processos performativos a partir do teatro de formas animadas, sob orientação dos artistas João Carlos Cardoso, JoabSangi, Bárbara Pavione, Claudiane Dias e Wallace Maciel. O resultado desse processo é o espetáculo Antimatéria, primeira criação do repertório 2026 da residência.
Inspirada em conceitos da física, a obra parte da ideia de que para cada partícula existente pode haver uma antipartícula correspondente. Matéria e antimatéria. Iguais e opostas ao mesmo tempo. Quando se encontram, transformam-se em energia.
Em cena, ciência e poesia se encontram para investigar o que há de humano na matéria: memórias, contradições, desejos, ausências e mutações. Por meio da manipulação de objetos, formas e elementos visuais, os performers conduzem o público por uma experiência sensorial onde nada permanece estático. Tudo nasce. Tudo se transforma. Tudo explode. Tudo recomeça.
O elenco é formado por Amanda Vitória, Caio Vinicius, Deyvid Lee, Eberty, Francis Fernandes, Gabriel Braga, Joana Teles, João Feitosa, Juninho Ars, Laura Cristina, Letícia Barbosa, Liala Coelho, Matheus Rodrigues, Naiara Nunes, Natália Fonseca, SerennaLazuli e Thayná de Faria. A cenografia, os adereços e as máscaras são assinados por JoabSangi. Produção de Mel de Faria e Walace Maciel e assessoria de comunicação de Raquel de Carvalho.
O Casa Laboratório é um espaço cultural independente dedicado à formação, criação e difusão artística, atuando de forma continuada no fortalecimento da indústria criativa regional e na construção de um ecossistema cultural sustentável no Vale do Aço.
O projeto Plifa – Programa Livre de Formação de Artistas: Residência 2026 foi contemplado pelo Edital FAOP-FEC 12/2025 – Manutenção de Atividades Artístico-Culturais de Organizações da Sociedade Civil, com recursos do Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais, por meio do protocolo nº 2025.2512.0210 e Termo de Fomento nº 129004335/2025.
Serviço:
Antimatéria
Teatro da Academia Olguin – Cariru (Santa Mônica)
Temporada: de 18 a 27 de junho de 2026
Quinta a sábado | Sessões às 19h e às 20h
Acessibilidade em Libras em todas as sessões das 20h
Entrada gratuita | Ingressos pelo Sympla
Os ingressos para as sessões das 19h serão liberados automaticamente à medida que os ingressos das sessões das 20h forem esgotados.
Classificação livre
Classificação indicativa: 8 anos


























