No contexto da Copa do Mundo, jovens talentos como Yan Diomandé, da Costa do Marfim, e Ayyoub Bouaddi, de Marrocos, estão se destacando, enquanto o Brasil parece esconder uma de suas maiores joias: Endrick.
O ponta marfinense de 19 anos brilhou com seus dribles no jogo contra o Equador, assim como o meio-campista marroquino, de apenas 18 anos, contribuiu para o empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos. Ambos estão assumindo o protagonismo em suas seleções.
Por outro lado, Endrick, jovem atacante do Real Madrid, é cada vez mais escanteado na Seleção Brasileira, apesar de seu talento inegável e capacidade de propor mudanças em campo. É difícil entender como Carlo Ancelotti e sua equipe técnica podem ignorar o pedido popular por sua presença em momentos críticos. Em outras seleções, com certeza, ele seria um jogador-chave.
Com características como força, personalidade e o faro de gol necessários para fortalecer o escrete canarinho, sua ausência foi sentida em uma partida onde a coragem era crucial. A opaca atuação contra Marrocos clama por uma figura que possa mudar a dinâmica do jogo, mas Endrick permaneceu no banco durante todo o tempo.
O mistério em torno da decisão de deixá-lo de fora gera especulações, mas a realidade é que o Brasil opta por não utilizar um de seus maiores talentos, o que é lamentável.
Sobre o Colunista: Victor Eduardo é jornalista e escreve sobre esportes em DeFato Online.
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