Inicia nesta quinta-feira (11), às 14h30, o evento esportivo mais assistido do mundo: a Copa do Mundo de 2026. Este torneio especial terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá. A FIFA estima que cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam o Mundial de 2022, realizado no Catar.
A partida final de 2022 entre Argentina e França foi assistida por mais de 1,5 bilhão de pessoas, estabelecendo um recorde de audiência para eventos esportivos. No ambiente digital, foram registradas aproximadamente 262 bilhões de visualizações e quase 6 bilhões de interações em diferentes plataformas.
Segundo Gianni Infantino, presidente da FIFA, a mágica do futebol é capaz de unir o mundo. Ele ressaltou que as conexões culturais observadas durante a Copa de 2014 no Brasil foram um exemplo perfeito dessa união, percebidas tanto nas arquibancadas quanto nas ruas durante o evento.
Expectativas e Novidades da Edição
Com um número recorde de seleções participantes (48, em vez de 32), a Copa de 2026 promete ser a mais inclusiva da história. Este formato expande as dimensões do torneio e promove uma diversidade de culturas e estilos, permitindo interações entre torcedores de três países distintos, cada um trazendo suas identidades únicas.
Detalhes da Abertura
A cerimônia de abertura contará com um evento inédito de contagem regressiva, reunindo shows em Cidade do México, Toronto e Los Angeles. Artistas como Shakira, Anitta e Katy Perry estarão entre os destaques do evento que promete celebrar a cultura local e internacional de forma sincronizada.
Desafios e Polêmicas
Apesar da festa, a Copa de 2026 também começou a gerar polêmicas, com tensões relacionadas às políticas migratórias dos EUA que afetaram a entrada de jogadores e torcedores no país. Casos como o do jogador iraquiano Aymen Hussein, que enfrentou interrogatórios na imigração, e a proibição de pernoite da delegação iraniana demonstram os desafios que o evento enfrenta mesmo antes de seu início.
Assim, a Copa do Mundo de 2026 se apresenta não apenas como um grande evento esportivo, mas como um reflexo das interações e dos desafios globais que o mundo contemporâneo vive.
























