A relação entre o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o governo federal passa por um momento crítico. A recente operação da Polícia Federal, que investiga emendas parlamentares e teve como alvo a ex-assessora do deputado Arthur Lira, Mariângela Fialek, intensificou as tensões.
Motta expressou insatisfação com a conduta de deputados do PT e a oposição em relação ao projeto de dosimetria, o qual trata da redução de penas para os que participaram dos eventos de 8 de janeiro.
Além disso, Motta se tornou alvo de manifestações promovidas pela esquerda no último domingo, e ele prometeu se manifestar em plenário na próxima semana.
























