O senador Carlos Viana, presidente da CPI do INSS, anunciou a intenção de suspender a cobrança de parcelas de empréstimos consignados por um período de seis meses. A medida, segundo o parlamentar, se faz necessária devido às fraudes que afetaram aposentados que nunca solicitaram esses créditos, comprometendo parte de sua renda.
Ao divulgar seus achados preliminares, Viana se empenha em tornar o assunto uma prioridade na agenda pública, especialmente em um cenário em que o tema pode representar um desgaste considerável para as instituições financeiras e o próprio INSS.
O relator da CPI, Alfredo Gaspar, estima que o problema pode chegar a um montante de até R$ 70 bilhões. Isso sugere que o tema dos empréstimos consignados será central nas próximas discussões da CPI, que está marcada para 2025, gerando pressão sobre o governo e o mercado em busca de soluções estruturais.























