No dia 18 de setembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, às 14h15 (horário de Brasília), para continuar as discussões sobre a paz na Ucrânia.
Zelensky não estará sozinho; ele será acompanhado por sete líderes europeus, incluindo:
- Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália
- Keir Starmer, primeiro-ministro do Reino Unido
- Friedrich Merz, chanceler da Alemanha
- Ursula von der Leyen, presidenta da Comissão Europeia
- Emmanuel Macron, presidente da França
- Alexander Stubb, presidente da Finlândia
- Mark Rutte, secretário-geral da Otan
A reunião começará apenas entre Trump e Zelensky, com os líderes europeus ingressando uma hora depois. Trump, em sua rede social Truth, afirmou que é uma grande honra receber tantos líderes ao mesmo tempo, destacando a importância da ocasião.
No entanto, Trump acrescentou que a resolução do conflito reside nas mãos de Zelensky, mencionando que ele pode acabar com a guerra rapidamente, ou continuar lutando pela recuperação da Crimeia, facto que ele considera uma condição para a adesão à Otan.
Por outro lado, Zelensky se pronunciou na plataforma X, expressando seu desejo comum com os líderes europeus de encontrar uma solução rápida e duradoura para a guerra, garantindo que a Ucrânia continuará a receber apoio dos EUA e da Europa.
Este será o segundo encontro de Zelensky na Casa Branca em poucos meses, após um primeiro encontro tenso, e ao lado das pressões do presidente russo, Vladimir Putin, para que Kiev ceda territórios.
O acordo proposto prevê que, em troca da cessão de certas províncias, os Estados Unidos e a Europa garantam segurança à Ucrânia nos termos do artigo 5 da Otan, mesmo que o país não faça parte da aliança europeia.
A fonte original deste conteúdo é o Terra.
























