O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), pediu a suspensão do salário do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), cujo período de licença parlamentar venceu no último domingo, 20 de julho. Apesar de residir nos Estados Unidos desde março e não frequentar o Plenário desde então, o filho do ex-presidente ainda tem direito a remuneração, uso de cota parlamentar e outras prerrogativas de mandato.
Lindbergh considera inaceitável que Eduardo continue recebendo recursos públicos enquanto, de acordo com o deputado, atua em desacordo com os interesses nacionais. Ele estima que, em 2025, o custo do parlamentar aos cofres públicos já teria passado de R$ 700 mil, contabilizando apenas 13 registros de presença.
“É um descumprimento do princípio da moralidade”, afirma Lindbergh, caracterizando a situação como “enriquecimento ilícito por omissão institucional”.
























