O governo federal está empenhado em tornar o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) uma política permanente de Estado. A declaração foi feita pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante um programa de rádio na manhã desta terça-feira (8).
“Nossa ideia é que a gente possa deixar tudo pronto para que essa política se torne uma política permanente”.
A ministra informou que, para que isso ocorra, o concurso está planejado para acontecer a cada dois anos, com a próxima edição prevista para 2027. Em suas palavras, a intenção é garantir que concursos públicos sejam realizados com mais frequência e menos vagas por área, evitando choques de gerações.
Dweck citou como exemplo a experiência do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que passou por aperfeiçoamentos ao longo dos anos. Para isso, uma parceria foi firmada com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), encarregada da execução do concurso.
A ministra também se referiu ao diálogo constante com o Ministério Público Federal (MPF), que recomenda cautela na continuidade do CPNU, especialmente em relação a questões de cotas raciais, ressaltando a importância de garantir a conformidade com a legislação.
























