A recente confirmação de gripe aviária em uma granja no Rio Grande do Sul gerou inquietações sobre a segurança do consumo de frango e ovos. No entanto, especialistas e autoridades asseguram que não há riscos, desde que os alimentos sejam cozidos adequadamente, uma vez que o vírus não resiste ao calor.
O governo de Minas Gerais tomou a medida de destruir 450 toneladas de ovos provenientes do Rio Grande do Sul, o que levantou questionamentos nas redes sociais. De acordo com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, os ovos com embriões não são destinados ao consumo, mas à reprodução, garantindo, assim, a segurança alimentar.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) também enfatizam que o risco reside no consumo de alimentos crus, e não na ingestão de produtos devidamente cozidos.
Embora novos casos possam surgir, o impacto desses eventos é mais provável de afetar os preços do que a saúde pública. O maior desafio atualmente é conter a propagação da desinformação, que se espalha mais rapidamente que o próprio vírus.























